Hoje, e agora que está recém-arrematado o item número 7 dos Classificados do Táxi do Céu, incrédulo ainda pela espontânea oferta do inopinado comprador, nomeadamente naquela que foi inclusive a mais bem conseguida e imediata venda daquele blog da ocasião, ficou o seu respectivo autor, não só do blog como nomeadamente do anúncio (donde, confesso vendedor), desprovido de qualquer interesse em prosseguir com tão bacocas ocupações, derivada à enorme satisfação com que de súbito, desocupado o item já adjudicado, enfrenta o quotidiano, órfão agora dos valores a que se agrilhoou durante, nomeadamente, tempo a mais. Agora e como nunca, e inclusive doravante, paparei Brísidas Vaz à canzana.
Quinta-feira, Setembro 08, 2005
Terça-feira, Setembro 06, 2005
Hoje trago aqui ao blog uma grande variedade de temas diferentes para não aborrecer os leitores com os meus problemas que são, sempre aborrecidos e aos quais os leitores não têm culpa, e em concreto gostava de começar por falar nas cuecas com GPS de que o angelo da informática que é um grande especialista dos engenhos electrónicos e digitais me falou e que serve para uma pessoa ter a mulher sempre controlada no que toca à zonas privadas dela para poder saber se há alguma coisa a passar-se de que não deva passar em especial por ser casada. O angelo diz que se pode ler tudo no site e ajudou-me a pô-lo aqui basta clicar. É incrível. Vou encomendar uma porque, a minha mulher é uma santa, que Deus me perdõe, mas nunca sabe-se o que se pode descobrir.
Por outro lado gostaria de falar noutro tema para ser variado, que é o concerto na Torre de Belém com a fadista Marisa do qual a Maria da Graça da retális me fez referência ainda há uns minutos e ao qual acho que vou com ela apesar de ser ao ar livre e hoje estar tempo de chuva. Recomendo a todos a Marisa que é uma fadista muito especial e com talento. Espero ver leitores lá por causa, do destaque que estou a dar ao concerto no blog, porque a Marisa canta imenso lá fora do país e temos de aproveitar quando ela está cá e é gratis.
Por último queria afirmar que agradeço muito ao João ter dado a garrafa de Bayleis por agradecer a venda da mesa de matrecos que vendeu-se nos classificados, não era preciso João. Queria agradecer à Joana, minha prima, por ter falado tudo com o meu tio-avô e ter resolvido até que enfim o assunto da fonte que era uma preocupação muito grande que tínhamos na família que estava a involver já advogados em Gondufe para decidir de quem era a água. Eu não gosto nada de assuntos destes porque sempre fui da cidade e no meio rural as coisas são levadas até sempre às últimas consequências como a água.
Segunda-feira, Setembro 05, 2005
Hoje é que foi a sério e hoje portanto é que, chegou Setembro. E com Setembro vieram, todos os tansos que estão habituados, se calhar a deixar o carro em segunda fila na praia e vêem manifestamente para Lisboa a pensar que podem, continuar a conduzir como fizeram durante um mês porque no entretanto expressamente esqueceram-se que em Lisboa há faixas BUS para respeitar, que há semáforos que não esperam por nós se estivermos a pensar na morte da bezerra, que há horários e nomeadamente e em particular que há profissionais a conduzir que não têm vagar para andar a pedir licença aos condutores automobilistas ainda em férias para faz favor andar com os carros para a frente que a nossa vida não é a deles. E é que uma pessoa nestas alturas, nomeadamente uma pessoa, que como eu faz a vida toda na cidade, e que Lisboeta de Alfama nasceu e provavelmente há de assim morrer, fica uma pessoa exasperada derivada à falta de civismo dos demais em concreto no que respeita à forma como levam o estilo de condução na desportiva ou seja nas calmas, não que tenham uma condução desportiva, porque não é o caso, mas antes o que quero dizer é que é ao fim ao cabo uma condução relaxada a ponto de tudo em geral empatar e atrasar dada à longa duração de férias que disfrutam por serem privilegiados, poderem o fazer, que os torna incapases para regressar à condução portanto citadina que à qual ficarem sem capacidade para o fazer, o que exaspera um tanto ou quanto.
Eu em particular tenho pouca paciência para pessoas destas e hoje foi aquele dia em que as coisas começam a ficar negras e não quero nem pensar no dia em que começar as aulas porque aí é que eu começo, como todos os anos por esta altura, a pensar em esquecer a minha carta de ligeiros e fazer uso da de pesados, dizendo nomeadamente bye bye à Antral e fazendo malas para a Antram que, ao menos na estrada aberta não se apanham bábás pituxas nos audis em segunda fila, chavales do surf com a gadelha a tapar o para brisas todo, e velhos caquéticos a passar vermelhos por causa da medicação...
Quinta-feira, Setembro 01, 2005
Hoje estou a reparar na invazão de lindas mulheres nórdicas de que a cidade está a ser alvo, ou seja, objecto, por conseguinte de determinados movimentos turísticos organizados que se conjugam em certos momentos dos meses do ano, derivada à melhor altura para os noruegueses viajarem, por exemplo.
Os portugueses que se cruzam com estas mulheres fantásticas nem sabem o que fazerem porque são como pedras de gelo que não derretem mas o que vos conto é que no serviço é diferente porque uma pessoa tem pertexto para falar com elas, já que somos o próprio chauffér e temos necessariamente de ali estar mais elas forçosamente.
Os portugueses que se cruzam com estas mulheres fantásticas nem sabem o que fazerem porque são como pedras de gelo que não derretem mas o que vos conto é que no serviço é diferente porque uma pessoa tem pertexto para falar com elas, já que somos o próprio chauffér e temos necessariamente de ali estar mais elas forçosamente.
Se vocês soubessem as saias que passam por mim durante o serviço, pelas quais quaisquer um de nós tiraria o chapéu, que ao fim ao cabo dão vontade `de soltar o colarinho e de levar-las a passear por Lisboa para beber uns copos e quem sabe se depois até não temos sorte e vestimos uma camisa e estreitamos laços, só por sermos portugueses e termos amor à camisola...
Hoje pedi ajuda a um velho amigo que baseou-se em problemas monetários para justificar em concreto a dificuldade em me acudir no empréstimo de somas as quais em precisava para fazer frente a diversificadas despesas que uma pessoa tem em termos normais no quotidiano, ao qual quando aperta torna-se dificil superar. Confesso inclusivé que fiquei triste com a situação porque esta pessoa que podia vir em meu auxílio evitou fazê-lo por uma questão de receio de não ter a certeza que eu não honra-se o compromisso de le pagar de volta. Ora, fiquei triste com isso, como já disse, porque são situações que me chocam um tanto ou quanto quando acontece entre amigos, embora de velha data, e quase não nos vejamos há 5 anos, embora entre amigos há sempre bastante confiança independente do tempo que possa na realidade passar que não tem importância para o caso inclusivé se pensarmos no que eu e ele passámos que foi suficiente para os laços serem eternos, entretanto a verdade é que quando estamos entalados só pensamos nos amigos para nos ajudarem mas não quer dizer que viceversa também seja assim porque hoje aprendi que não é. Tudo bem, Rui, deixa lá, um gajo governa-se.
Quarta-feira, Agosto 31, 2005
Hoje estou contente por logo no dia em que tiro folga do serviço por causa da avaria na caixa, ontem no carro, enquanto o Cardoso estava no turno dele, que o carro acabou por ir para a oficina do Aluísio para orçamento, logo hoje que tiro folga portanto aparece no blog dos Sete e Sismos o Dr. Pedro que regressou das férias por essa Europa fora, que devem ter sido maravilhosas e fascinantes e que devem ter dado muita vontade de escrever sobre as coisas que aprendeu, que viu, que fotografou, que comeu, que sentiu, enfim, deve ter sido uma grande fonte de inspiração nomeadamente ao nível cultural.
Os meus votos de uma rentré muito próspera e bem sucedida, cheia de vontade de colocar este país no sítio, que são homens como o Dr. Pedro que o vão fazer, estou certo disso. O Dr.Porfírio é que lê-se ainda pouco dele, é pena porque tem muito talento também, mas pode estar ainda cansado ou doente (nas viagens longas nunca se sabe) ou pode ser que tenha apanhado alguma alergia durante a viagem, nomeadamente logo na partida, passando ao nível do Mónaco.
Os meus votos de uma rentré muito próspera e bem sucedida, cheia de vontade de colocar este país no sítio, que são homens como o Dr. Pedro que o vão fazer, estou certo disso. O Dr.Porfírio é que lê-se ainda pouco dele, é pena porque tem muito talento também, mas pode estar ainda cansado ou doente (nas viagens longas nunca se sabe) ou pode ser que tenha apanhado alguma alergia durante a viagem, nomeadamente logo na partida, passando ao nível do Mónaco.
Segunda-feira, Agosto 29, 2005
Hoje vou contar o bonito fim de semana que tive que começou mais cedo porque fui ao casamento da prima Eva em Gondufe logo na sexta, com o carro que o patrão emprestou. Fui mais a minha mulher e viemos ontem e viemos com os corações bem sorridentes de alegria e faternidade, que não é que acabou por se casar a Eva mais a Isaura na mesma festa, o que foi uma alegria muito grande que nos porporcionou a Isaura ao anunciar à família que se casava assim, com um bancário tão bem sucedido na vida, e com tanta felicidade no rosto, que se vê que são gente de bem. A Eva já sabia de tudo, mas não disse nada a ninguém, a pedido da irmã, e ela mais o Aluísio foi quem combinaram tudo com o padre António para casarem juntos com a Isaura e o Doutor Manuel, que deixaram a família toda sem saberem do que se ia acontecer. Não há coisa mais linda que ver irmãs casarem no mesmo dia, nomeadamente com gente tão boa como o Doutor Manuel, embora o Aluísio seja quem seja, e como se diz na terra que "rico avarento não tem amigo nem parente", mas enfim, o que importa é que sejam felizes como Deus quer. E já que falo em proverbês, já agora recordo o que o Tio Joaquim, que na idade dele já pouco diz, repetiu durante o casamento até cair redondo no chão com os whisquis que le davam, e que vem a propósito do Aluísio, que sabe Deus que peça é, e que o Ti Joaquim dizia sempre era isto: "o casamento e a mortalha no céu se talha", era assim. Estava a família quase toda, menos os do Luxemburgo, que não puderam vir, e foi pena que em sabendo que a Isaura casava também, se calha vinham mesmo.
Comeu-se que parecia o céu, estava tudo uma delícia, e a música foi muito animada e a gente que na família nem somos muito de bailaricos, foi ver a todos dançarmos que nem uns perdidos, muita felicidade.
Estou em geral, com muita alegria. Desejo outra vez muita felicidade a todos.
Comeu-se que parecia o céu, estava tudo uma delícia, e a música foi muito animada e a gente que na família nem somos muito de bailaricos, foi ver a todos dançarmos que nem uns perdidos, muita felicidade.
Estou em geral, com muita alegria. Desejo outra vez muita felicidade a todos.
Sexta-feira, Agosto 26, 2005
Hoje li uma coisa num blog que me interigou porque acho o contrário do que diz lá. O blog é óptimo porque escrevem bem e é muito bonito, mas descordo totalmente do que se fala num post que há sobre sofás do Ikea, onde diz que são desconfortáveis e que não se consegue sentar lá porque se começa a ficar deitado. Eu comprei um sofás no Ikea porque têem um preço muito em conta e são muito bonitos, e fico sempre algum tempo depois de jantar sentado neles e acho que são muito cómodos e ergunómicos até. Por isso descordo do que diz o blog quando diz que são bons é para quecas e que não servem para o que foram previstos os sofás. Mas enfim, só porque hoje não tinha nada para dizer porque está um dia calmo e sem histórias. O blog é o hardblog e o post é este aqui(basta clickar): http://hardblog.blogspot.com/2005/08/modelo-nrdico.html
